A vida por diversos ângulos...


Ela tem olhos azuis

Azul do mar, azul celeste

Azul-piscina, azul petróleo

Azul... Azul bem azul...

 

São azuis, mas são imóveis, estáticos

Pálidos e estão sempre perdidos no infinito

Pra onde será que ela olha?

O que será que ela vê?

 

Ela vê?

Seus olhos estão meio mortos, meio vivos

As pálpebras se abrem e então sabemos que estão vivos...

Mas eles olham e nada vêem, estão mortos...

 

Pior do que não ver

É não ter você, ficar sem guia

Quem irá guiá-la?

Quem vai me guiar?

 

Ter olhos pra que?

O que importa não são os olhos da cara

Pois estes muitas vezes não enxergam, só olham...

 

O essencial só se vê com os olhos da alma

Eles olham e tudo enxergam

Os olhos da alma nunca morrem...

 

 



Escrito por bebel às 14h32
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Contando ninguém acredita

 

Estou eu na minha aula inocentemente, procurei uma cadeira no fundo da sala. Ninguém do meu lado direito, nem do lado esquerdo. Uma colega chega e escolhe a cadeira do meu lado direito pra sentar.

Ela está com um perfume! Um perfume que não é forte, mas marcante. Não é doce (ainda bem, não gosto de perfume doce), nem enjoado. É conhecido.

Mas não consigo decifrar de onde eu conheço esse cheiro. Ele vai entrando por minhas narinas, se apossa de minhas células olfativas, mas ainda não foi suficiente para despertar a lembrança da pele na qual eu já sentira aquele cheiro.

Cheiro gostoso, desconcertante, abalador de minha concentração, que chama atenção.

Não resisto: que perfume é esse? Um da Boticário. Hum...(ainda não consigo lembrar de onde vem esse cheiro). E o nome? LIME.

Ah! Já sei de onde vem esse cheiro!

Vem de você, meu gatinho. Você que, há seis anos quando nos conhecemos, usava essa fragrância que agora toma meus sentidos e me leva até você. Mais uma coincidência...

Não existem coincidências... Tudo está escrito!



Escrito por bebel às 13h29
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Sexta feira. Hora do almoço.

Colegas se encontram pra almoçar e jogar conversa fora. E um dos meninos sai com essa:

"Melhor ter um canivete afiado do que um facão cego..."

Em plena sexta feira! Precisa dizer mais alguma coisa?

Pra bom entendedor , 1/4 de palavra basta!



Escrito por Menina às 21h34
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Fernando e Ilca estavam andando na rua, quando ele percebe uma mulher vindo em sua direção. Ele não consegue parar de olhar pra ela. A mulher passa pelo casal e Fernando, não satisfeito em seguí-la com os olhos, deixou que seu pescoço se virasse para acompanhá-la. Ilca não gostou nem um pouco e percebendo isso, Fernando falou:

Eu queria ver se a parte de trás do vestido combinava com a parte da frente!

 

Homens... sempre cara-de-pau!



Escrito por Menina às 18h46
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Continuação do texto de 07/10/04.

 

Depois de rodarem muito, chegaram no local escolhido. Era o motel mais chique e mais caro da cidade. Não fora muito difícil convencer o gerente do lugar a conseguir dois quartos no mesmo andar e um pouco afastado dos demais. Todos desceram do carro, como o lugar era tranqüilo, os rapazes ainda não desconfiavam de onde estavam. Certamente quando fossem colocados sentados na cama, descobririam no que estavam metidos.

Betânia foi pro quarto com Maurício, enquanto sua amiga foi com o namorado pro outro quarto. Combinaram de colocar os dois sentados e pediram para eles aguardarem. Enquanto isso, elas saíram sorrateiramente e trocaram de quarto.

Isa estava agora com Maurício. Sem nada dizer, foi tirando a roupa dele até deixá-lo só de venda. As mãos dele tocaram seu corpo e ele foi direto em seus seios. Foi quando ele notou que havia um volume diferente do que estava acostumado e então tirou a venda. Ficou surpreso por ver que era Isa que estava com ele vestindo apenas uma calcinha de renda vermelha, mas gostou da quebra na rotina e a puxou para si. Explorou aquele corpo diferente e gostou de enfiar a cara naqueles seios fartos. Enquanto deliciava-se com eles, tentou imaginar o que estaria acontecendo com Betânia.

No quarto ao lado, Rogério esperava ancioso pra tirar aquela venda. Beta percebeu seu nervosismo e começou a massagear suas costas. Ela foi tirando a roupa dele devagar, quando ele se levantou e tirou a venda. Ficou estupefato ao ver Betânia com uma blusinha transparente e mais nada. Ela pediu pra ele sentar e observá-la enquanto se deitava de costas, deixando bem visível a bunda maravilhosa que tinha. Rogério não resistiu, deu-lhe um tapa estalado naquela bunda provocante e começou a chupá-la. Beta deixou ele brincar bastante até que pediu pra ele colocar a venda novamente. Ele relutou, mas aceitou tentando imaginar o que viria agora.

Beta foi para o corredor e Isa já estava saindo do quarto também. Agora cada uma assumiria seu namorado. Maurício estava à espera de Betânia e Rogério ficou aliviado ao ouvir a voz da namorada.

Beta foi trocar de roupa e quando voltou percebeu que Maurício estava excitadíssimo. Ela estava de lingerie preta, com espartilhos, meia 7/8 e um belo sapato de salto. Pegou uma cadeira e colocou a perna em cima, insinuando se para Maurício. Ele era louco por lingerie e há tempos pedia pra namorada comprar uma bem sexy. Ele ficou louco com aquele monumento em sua frente. Os dois beijaram–se longamente e ele foi abrindo o corpete para deixar seus seios livres para sua boca. Jogou a na cama e arrancou lhe a calcinha deixando sua xana toda lisa à mostra. Com as mãos foi abrindo a para sua língua provar aquele gosto que só ela tinha. De leve mordeu o grelinho e ela gemeu ordenando que ele enfiasse nela...

No outro quarto, Isa e Rogério estava aproveitando aquela rara oportunidade de estarem a sós. Isa passou óleo nele e massageou lhe as pernas até chegar no ponto desejado. Encontrou o membro latejando e começou a lambé-lo. Fez um gostoso e demorado sexo oral nele até que Rogério deu-lhe um beijo e penetrou a...

O telefone de Isa tocou. Era a amiga perguntando se já podiam ir. Não precisaram pedir a conta, pois já estava tudo previamente pago. Beta e Maurício aguardavam os dois na garagem do quarto e resolveram ir jantar. Entreolharam se e sabiam que aquele fora um episódio que demorariam de esquecer...



Escrito por Menina às 19h21
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Saudade é um troço esquisito que perturba a gente...

Escrito por Menina às 11h15
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Roupa de baixo

 

Aquele quarto já não via vassoura a alguns dias e mais cedo ou mais tarde isso ia ter que acontecer... Sem a menor disposição pra executar essa árdua tarefa, Ela preferiu chamar uma faxineira.

A moça chegara cedo e Ela saiu pra trabalhar. O dia fora cheio, alguns problemas no trabalho e enfim era hora de ir pra casa. Pelo menos encontraria sua casa toda arrumada e cheirosinha como há muito tempo não via.

A sala estava toda em ordem, não custava nada fazer uma breve inspeção pelos outros cômodos da casa. Estava tudo impecável, algumas roupas no varal e agora só falta ver seu quarto. É verdade que não gostava muito de ter suas coisas remexidas, sentia-se perdida depois que a faxineira “desorganizava” sua bagunça, mas reparou que havia algo estranho em seu quarto.

Tinha uma peça de roupa cuidadosamente dobrada em cima da sua cama. Uma peça branca que não lhe pertencia com um bilhete do lado. Curiosa, Ela pegou a peça de roupa e pra sua surpresa era uma roupa de baixo... masculina. Restava abrir o bilhete que a faxineira deixara: “ Encontrei essa cueca atrás da sua cama, não sabia o que era pra fazer, por isso deixei ela aí.”

Era uma cueca boxer branca daquelas sem costura. Era macia, estava usada e um pouco empoeirada. Ela sacudiu um pouco pra tirar a poeira e cheirou a peça. Apesar de abandonada atrás da cama, estava com um cheiro conhecido. Na mesma hora, as lembranças daquela noite voltaram a sua mente.

Uma noite fria em que Ele habitara sua cama. A atmosfera do quarto era quente e fez com que os dois quisessem sentir a pele um do outro. A noite foi pequena para tantas coisas e a cueca passara despercebida na manhã seguinte.

Lá estava a roupa de baixo testemunhando que Ele passara por ali. E como essa lembrança mexia com Ela. Tomara que o dono da cueca tenha sentido falta de algo em seu guarda-roupa e apareça pra reclamar a peça perdida...



Escrito por Menina às 20h48
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É hora de recomeçar...

Quase um ano sem aparecer aqui, vários motivos pra isso. Nesse um ano sem escrever muita coisa aconteceu, muita água passou debaixo dessa ponte.

A verdade é que pra mim, escrever é uma válvula de escape, eu escrevo quando preciso, pra desabafar. Por que será que estou de volta?

NO ano que passou teve de tudo um pouco. Teve namorado neurótico e ciumento, fui contratada onde estava estagiando, fiz mais dois semestre do meu curso de adm e estou começando mais um, fiz duas pequenas viagens pra umas praias perto de Salvador, fiz amigos, despertei a ira de uma pessoa e teve um grande amor também.

Esse amor que eu conheci em novembro/2003 e que me deixou com os pés fora do chão. Foram muitos encontros e desencontros, até que em novembro/2004  ele resolveu ressuscitar da terra dos amores mal vividos. E eu fiquei contente, achei que viveríamos mais algumas aventuras iguais as do ano de 2004(algumas eu registrei aqui) e nada mais. Mas ele foi na minha casa pedir pra gente namorar! Isso eu nunca vou esquecer. É quase como ser pedida em casamento, mas só era namoro, eu achei que depois dessa atitude era pra valer.

E foi. Eu fui acariciada, recebi atenção, me diverti, dei risada, aproveitei os momentos juntos, amei com todas as forças do meu ser, mas faltou ser amada. Só faltou isso pra tudo ser perfeito.

Eu fui imensamente feliz nesses sete meses de namoro oficial. Eu estava feliz e sabia disso. Detesto quem diz: "Eu era feliz e não sabia". Tanto que eu sabia que agora tenho plena consciência da falta que ele me faz. A verdade é que eu me dei pra alguém que não sabe amar. Que posso eu fazer se não soube tocar lhe em seu íntimo e não coloquei o para dançar no mesmo compasso que o meu?

N A D A... Só sentar e chorar. Esperar que o tempo cure essa dor incurável. Quão profunda será a marca em meu coração?

Não sei... Só queria que o namorado voltasse pra mim.



Escrito por Menina às 13h46
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Frase da semana

Passado de mulher é igual a cozinha: se a gente conhecer, a gente não come...



Escrito por Menina às 13h11
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Enfim o fim de semana chegara. Marisa e Betânia passaram a semana toda pensando num programa legal para o sábado e finalmente poderiam colocá-lo em prática. A idéia era uma semente que, aos poucos, criou raízes e virou uma plantinha forte. Queriam dar uma sacudida naquela vida sem graça e resolveram que era o momento de compartilhar essa fantasia com seus respectivos namorados.

Pensaram nos mínimos detalhes desde a roupa que usariam até o local apropriado para a brincadeira. As meninas dividiram as responsabilidades da organização do evento: Beta ficara com o transporte e Isa com reserva do local.

 Marisa escolhera um decote profundo salientando os seios fartos que a natureza lhe dera e já estava com uma certa dose de nervosismo e ansiedade. Rogério já tinha chegado e detestava ter que esperar. Betânia se atrasara um pouco, mas estava lá, junto com Maurício, para buscar a amiga. Ela estava com um vestido de alcinha.

 

-         Que demora, Beta! Já não sabia mais o que fazer para tapear Rogério... Ele está super curioso pra saber onde nós vamos...

-         -Você não contou, contou Isa????

-         Claro que não, mas não dá mais pra segurar. Vamos sair logo e seja o que Jesus quiser!!!!

 

Maurício não estava muito preocupado, afinal ele conhecia bem a namorada que tinha e sabia que ela seria capaz das piores estripulias. Ele tentou relaxar, mas estava curiosíssimo pra saber o que aquelas duas estavam tramando. Estavam todos prontos, entraram no carro pra sair, mas Betânia disse que faltava um detalhe.

 

-         Meninos, temos uma surpresa pra vocês e toda surpresa tem que ser mostrada apenas na hora certa. Por isso, coloquem essa venda nos olhos e então poderemos dar início à nossa noite de sábado.

-         Que loucura é essa, Betânia??? Marisa, você não acha que eu vou usar isso, né?

-         Porque não, amor??? Não seja estraga prazer...

-         Eu vou descer desse carro agora antes que seja tarde...

-         Ai, Rogério! Não seja bobo! Vamos sair ou não vamos???

 

Vencida esse barreira, Betânia ligou o carro. Rodaram bastante para que os meninos perdessem a noção do tempo e assim eles não desconfiariam para onde estavam sendo levados!

Continua...



Escrito por Menina às 18h41
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Abandono...

Queridos visitantes,

estou totalmente em falta com vocês, mas realmente não estou com tempo pra escrever. Pior que a falta de tempo, é ter a consciência de que ando tão cansada que as idéias não fluem. Não sobra tempo pra pensar e articular meus vagos pensamentos. Entrei numa fase de turbulência que não sei quando terá fim. Seria tão bom se nossas aflições tivessem data e hora marcada para acabar! Quando eu descobrir essa fórmula, fico rica e ainda ganho o Nobel da paz...

Não deixem de visitar meu cantinho, pois a qualquer momento eu volto com força total.

Beijos



Escrito por Menina às 09h25
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André e Renata conheciam se muito, mas sabiam pouco sobre a vida de cada um. O passado ficava guardado e eles só se preocupavam com o que acontecera depois que se conheceram. A intimidade foi crescendo e eles não tinham vergonha de sugerir as mais diferentes situações na cama. Até que um dia, André falou que tivera um sonho erótico bem excitante.

Renata era uma mulher que acreditava na mensagem dos sonhos. Ela gostava de saber o que se passava na camada mais profunda do inconsciente de André. Aquele momento em que falavam de seus sonhos noturnos era único. Ela ouviu atentamente a narração do sonho da última noite. Ela achou estranho e impensável.

Procurou não dar atenção demais para aquele devaneio, mas no seu íntimo a idéia tinha sido plantada. Não sabia como, mas estava começando a pensar na possibilidade de transformar aquela situação em realidade.

Sempre que estavam transando, André relembrava do sonho e dava um jeitinho de perguntar quando Renata teria coragem de coloca-lo em prática. O elemento novo a excitava, mas ela nunca pensara naquela possibilidade antes. Aquilo nem passara pela sua cabeça. André disse que esperaria até o momento em que ela se sentisse totalmente pronta e segura.

Contar com a compreensão dele era maravilhoso. Ela sentia se cheia de energia e vontade para atender seu pedido e satisfazer sua curiosidade.

Uma coisa a deixava assustada: e se ela gostasse? Precisava conversar com alguém que já tinha passado por aquela experiência. Chamou Cristiane para assistir um vídeo, aproveitando que André não estava em casa e assim poderiam conversar sossegadas.

O filme começara, mas estava tão chato que resolveram não adiar mais o papo. Quando Cris estava contando como tinha acontecido com ela e que era bom, André chegou de surpresa e quis entrar na conversa.

Renata sentiu que o primeiro passo fora dado e não havia mais como voltar atrás. Relaxou e uma mão começou a percorrer sua coxa ainda vestida. Outra mão passeou por seu seio intumescido e outros dedos brincaram em seus cabelos. O momento estava muito próximo, mas ela não sabia o que fazer. Sua libido tinha sido atiçada e o sangue foi aumentando de velocidade em suas veias.

Renata virou se e ganhou um beijo. Um beijo gostoso, carinhoso e com cheiro de mulher. Cris tinha um corpo bem talhado, cintura fina, seios pequenos, lábios finos e uma pele macia. A mão de Renata percorreu seus cabelos longos e depois que os olhares se encontraram, beijaram se novamente. Ela queria ter certeza que aquele não era outro sonho de André. Enquanto elas se tocavam, André começou a despir Renata e em seguida foi a vez de Cristiane.

Renata contemplou aquele corpo que lembrava o seu, passou a língua no seio dela e o chupou. Sua boca encontrou o umbigo e seu nariz pedia pra sentir o cheiro entre as pernas de Cris. Então, Renata permitiu se o prazer de lamber a amiga enquanto André sugava os seios dela. Cris gemia em êxtase quando André jogou a namorada na cama para que Cris pudesse se deliciar com seu corpo também. Renata deixou seu gozo explodir junto com o de Cris e André a abraçou. Renata abandonou se no meio dos dois.

A cama era grande o suficiente para os três, mas a tarde fora curta para tantas descobertas. Renata estava com um turbilhão de pensamentos na mente, aquela não era hora de pensar. Ela só precisava deixar as sensações fluírem, o depois fica pra depois.



Escrito por Menina às 09h06
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A cama

Os pais de Mônica resolveram que já era de morarem em uma casa maior. Procuraram por meses seguidos e nada de achar a tal casa. Mônica estava radiante, pois ela não tinha a menor vontade de se mudar. Mas quando tudo parecia terminado, Seu Jerônimo foi visitar uma última casa e decidiu que aquela era tudo que Dona Marisete sonhara.

Mudaram se e Mônica achou todos os vizinhos chatos e rabugentos. Menos o vizinho da casa ao lado. Celso tinha a mesma idade de Mônica e era muito lindo. Gentil e brincalhão, ele só tinha um defeito: a namorada. Falha que foi corrigida rapidamente após a chegada da nova moradora.

Celso e Mônica começaram logo a namorar e despertaram a ira dos vizinhos e principalmente de Silvana, a ex-namorada. Não tinha falatório nem cara feia que desanimasse os pombinhos. Eles sentiam se imensamente feliz e até a implicância de Seu Jerônimo era ignorada por eles.

Celso era o rapaz mais popular da rua e com o passar do tempo, as pessoas foram se acostumando a vê-los juntos e a birra foi diminuindo. Os amigos voltaram a chamar Celso pra sair e as meninas voltaram a conversar com ele. Mônica era uma pessoa ciumenta ao extremo e não gostou dessa situação. Ela tentou disfarçar e usou a tática do se você não pode com eles, junte se a eles.

Ficou amiga das meninas e deixou Celso sair com os amigos. Cada vez que ele saia, Mônica ficava apreensiva e ligava pro celular. Pra saber com ele estava, aonde estava, que horas ia voltar. O ciúme estava sufocando Celso e ele já não agüentava mais tantas discussões e brigas. Ele não sabia quanto tempo suportaria e por isso conversou com Mônica. Ele estava a ponto de terminar.



Escrito por Menina às 09h07
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E ela percebeu. Só que ela desejava Celso para o resto de sua vida e foi quando ela chegou a conclusão de que aquele jogo fora longe demais. E resolveu colocar um ponto final naquilo tudo. Deu sua última cartada e parou de tomar a pílula. Se tudo desse certo, ela engravidaria e pronto. Fim do problema.

Fim do problema????

A notícia caiu como uma bomba na casa de Mônica. Seu Jerônimo pensava que a filha era virgem e Dona Marisete não pensou que ela seria louca a esse ponto. Os dois brigaram e a responsabilidade recaiu sobre sua mãe. Dona Maristete ficou muito chateada e seu casamento que já não ia bem, desandou de vez.

Celso estava estupefato, mas iria assumir a criança. Tudo seria menos difícil se ele não tivesse 19 anos e se estivesse trabalhando. Mônica trancou a faculdade pra ser mãe. Começaram os preparativos para receber o novo membro da família. Roupinhas, berço, mamadeira... A tia de Mônica ia lhe dar uma cama de casal. O QUÊ???? Quando Seu Jerônimo soube de mais essa novidade, ele quase teve um infarto.

 

-          Eu não quero minha filha amigada com esse moleque, não!

-          Mas, Jerônimo, Celso já dorme aqui mesmo...

-          Mas eu não vou concordar com essa maluquice.

-          O pior já aconteceu, Jerônimo! Sua filha estava grávida e o bebê já vai nascer.

-          Só tenho mais uma coisa a dizer: se essa cama entrar, eu saio.

-          Pare com essa besteira e deixe de ser pré-histórico!

-          Vocês escolhem: ou a cama, ou eu.

-          A C-A-M-A!!!!!

 

Mônica e o irmão estavam ouvindo a discussão e o coro foi geral.

 

- Filha, liga pra sua tia. Vamos comprar a cama amanhã!

Escrito por Menina às 09h07
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Queridos visitantes do meu humilde cantinho!

Minha vida se encontra num estado de entorpia total... Muitas coisas aconteceram e ainda estou com as idéias flutuando por ai. Preciso trazê-las de volta, organizá-la para depois poder escrever algo decente. Estou com saudade do meu blog e semana que vem eu volto com novidades. Tenham um ótimo fim de semana, divirtam-se e descansem. E só pra relembrar: não me abandonem, tá? Vou fazer valer a espera. Beijos no coração.



Escrito por Menina às 10h30
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